Um espírito vadio sobre poesia, prosa, fotografia e música...
domingo, 26 de setembro de 2010
Paris à noite
Três fósforos acessos um por um na noite, o primeiro para te ver o rosto, o segundo para te ver os olhos, o último para te ver a boca, E toda a escuridão para me recordar destas coisas, enquanto te aperto entre os braços.