
Terei eu todo o folêgo,
de que preciso, debaixo das
nuvens, para reclamar
o meu amor às estrelas ?
Terei eu todos os anos
para experimentar as emoções,
inteiras, que o teu primeiro
sorriso em mim fez nascer ?
Estremeço com o pensamento
de não ser digno, nem mesmo,
de pensar em ti.
Mas tu, Amor, não acabarás mais ?