
Noite que em movimentos,
lânguidos despe o céu,
que lhe veste a pele.
O seu olhar rompe,
o véu da luminosidade,
que faz o amanhecer sorrir.
Onde tu és a última
estrela e o primeiro sol.
A derradeira sombra desce,
docemente, para nos braços
do horizonte se deitar
suavemente.
Em harmonia a espera,
no primeiro raio de claridade
e dá um sentido eterno e cálido,
aos nossos vultos enamorados.