AntónioMoreira's Blog
Um espírito vadio sobre poesia, prosa, fotografia e música...
sábado, 2 de outubro de 2010
Corpo
Pelo teu corpo deslizo,
natural gesto vivo,
que no seu perfume,
animalizo.
No seu sabor leio,
poemas singelos,
que brotam dos seios.
Corpo possuído,
de delírio,
corpo possuído,
de desejo.
Exílio onde sempre,
me perco,
onde sempre,
me revejo.
Mensagem mais recente
Mensagem antiga
Página inicial