
Novelos de sonhos,
surgem na minha mente,
d'um abismo de estrelas
soprados.
Como madrugadas luminosas,
de versos que se ensaiam,
em vastos prados.
Sonhos embrulhados em
palavras de cristal, sílabas
ao vento roubadas,
em montes suavemente
desmaiadas.
Palavras que jamais,
serão noite, com raízes
para o horizonte lançadas.
Da ponta dos dedos cresçem,
sob as arcadas da solidão,
respiram devagar, em teias
de enredos que floresçem.