
Com palavras,
desnudo o coração,
abro a sua alma,
árvore de vida,
nele plantada.
Lamento quem,
por ele morreu,
aclamo quem,
por ele ama.
Com palavras,
desnudo o coração,
e quero nele descrever,
o anelar do sereno.
Quero com palavras,
de tinta invisível escritas,
absorvê-lo, pois à,
solidão não o condeno.